Enfrentar como herói ou covarde?

Confesso que não tenho certeza mas sim preferência, há muito cheguei a conclusão, ouvindo os mais experientes, que o medo de perder, tira a vontade de ganhar por isso quando vejo o Internacional perder tentando ganhar ameniza minha contrariedade.

Agora aqueles empates, similar ao do jogo contra o São Paulo me tira o sono, me indigna, porque ali não só uma inferioridade técnica, é um mix de coisas ruins, burrice, covardia usando um termo chulo, mas corriqueiro no meio futebolístico, total acadelamento.

Com esse preambulo entro no jogo de amanhã, como ir para o confronto? Como guerreiros dignos, valorosos ou como soldados acovardados que eram executados pelos inimigos acabrunhados dentro das suas trincheiras sem executar um único disparo contra o inimigo?

O início de trabalho do Pezzolano foi promissor e me deixou esperançoso, marcação avançada, pressionando a saída de bola do adversário quase que na meia lua da área deles e mesmo em algumas derrotas como a do Palmeiras achei um bom futebol e parecia que os resultados viriam em breve.

Mas logo a seguir houve um choque de realidade, ele de ter tomado um susto enorme com a, imperdíveis.

Talvez alguém das altas esferas do Clube convenceu o treinador que ir para segundona com derrotas por um a zero, é menos constrangedor ou melhor é digno, só isso explica o comportamento da equipe nessas primeiras rodadas, até nas raríssimas vitórias.

Nessas alturas do campeonato, o treinador se tinha alguma convicção já me parece bastante perdido, pois vem contrariando várias premissas do esporte, ensinamentos deixados por figura ilustres que passaram pela Padre Cacique e só resta saudades tais como:

Forma uma equipe titular, treina e vai com ela só muda no inevitável, a torcida podia morrer de raiva do Heider mas Enio Andrade não dava a mínima.

Normalmente vence quem tem mais vontade de vencer, por incrível que pareça está carecendo, maiores números de faltas devem ser do meu time, nas divididas meus marcadores devem ficar de pé, Rubens Minelli.

Para ficar em três, a Bola pune Muricy Ramalho, quando são notórios problemas e apresentam total incapacidade de resolverem estamos diante de uma situação grave.

Não é eu, um torcedor anônimo ou outro ilustre, preferir jogador A ou B, é quando muitos começam a coincidir no mesmo diagnostico, e não se percebe ação nenhuma para corrigir ou sanar a hemorragia, ai parafraseando um a amigo, teremos problemas.

Quanto ao jogo de amanhã, se olharmos a estatística é preocupante pois dizem que oitenta e quatro por cento dos confrontos de iguais, vence os donos da casa, porem prefiro ficar com o fatos que tem somente dois Clubes com arsenal bem superior aos demais Palmeiras e Flamengo os demais estão no mesmo balaio de gatos.

No caso do Corinthians, é um caso bem parecido conosco, Clubes gigantes, pressão enorme da mídia e torcida, resultados muita abaixo da expectativa geral, gastos absurdos e resultados pífios em tudo.

O que vai definir nossa situação amanhã e se nos portaremos como covardes ou audaciosos e heroicos.

Um abraço Colorado.

 

4 thoughts on “Enfrentar como herói ou covarde?

  1. Fala Roldan.
    Interessante quando falou sobre o medo de perder tirar a vontade de ganhar. Isso foi perceptível no jogo anterior. O receio de levar um gol impossibilitou uma postura ofensiva do Inter. Seriam três vitórias seguidas, algo notável para quem há pouco tempo estava na lanterna. Enfim, chega de se lamentar. Inter tem que enfrentar como um herói, mas não aquele afoito e sim, o que sabe da atual situação.
    Seguimos sempre pelo colorado.
    Vamos Inter!

  2. Prezado Colorado Arioldo Roldan,

    Como se diz aí no nosso Rio Grande: a nossa situação é periclitante!

    Entretanto, sendo bem objetivo na tua pergunta acima acho que devemos jogar SEMPRE para ganhar. Isso porque quem joga somente para empatar geralmente perde, mas quem joga para ganhar consegue ao menos um empate. Parece simples, né? 😉

    De qualque modo é uma partida EXTREMAMENTE DIFÍCIL para nós visto que a nossa defesa Colorada ainda parece muito a “casa da mãe Joana”, ou seja entra quem quer. Isso se agrava muito pelo fato de que a tradicional, forte e perigosa equipe do Corinthians possui um atacante muito qualificado: Yuri Alberto.

    Ou seja, OREMOS (e MUITO)!

    Mesmo assim e apesar de todas as dificuldades defensivas e ofensivas do nosso time e também da qualidade técnica da tradicional, forte e perigosa equipe do Corinthians, vamos pra cima (sem descuidar da defesa, é claro! 😉 ) e ganhar deles no Itaquerão para se Deus quiser, se afastarmos ainda mais da zona do rebaixamento do Brasileirão 2026!

    Um grande abraço e saudações Coloradas da nublada cidade de Kawaguchi,

    Wilson Pardi Junior
    Cônsul do Sport Club Internacional no Japão

  3. Boa tarde Arioldo Roldan e demais Amigos, se o Inter entrar em campo com o espírito do BAC, com certeza sairá vencedor, caso contrário meus Amigos, tenho até medo.
    O que já escrevemos a respeito da atual direção do Inter é coisa de louco, portanto não vou dar luz para este grupo.
    Espero que amanhã sejamos surpreendidos por algo novo, uma nova postura de um time grande e forte como o Inter sempre foi, que nos tragam de volta o nosso Inter, que está perdido no momento.
    Um abraço.

  4. Salve Ilustríssimo Roldan!
    Teu dilema e de tantos outros revela em síntese a prevalência da INSEGURANÇA que a Equipe hoje nos oferece. Entretanto, sou otimista, conforme demonstrastes a “régua baixa” da maioria das equipes em termos de qualidade. O próximo adversário mosqueteiro Paulista não fica por menos. A obrigação na “Neo Química(nome de Laboratório) Arena, está com eles. Acredito na Vitória. E não confio no ” Sistema “: este é o Maior Inimigo Público. Basta ver e ouvir as transmissões onde a Parcialidade vem como uma ” Rosa dos Ventos”.

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