Após desfrutarmos do mais alto nível futebolístico durante dois meses na Copa do Mundo, a vida volta a nos dar um choque de realidade e nos coloca novamente na angústia e ansiedade de sempre. Como devem ter percebido, estou falando nada mais nada menos do futebol brasileiro, carinhosamente apelidado como borracharia por alguns.
Na noite da próxima quarta-feira (22), enfrentaremos Artur Jorge e seus capangas pelo novo milionário Cruzeiro, no Beira-Rio.
O reencontro trás sentimentos mistos, por um lado, existe a saudade intrínseca ao colorado de assistir seu time praticar o esporte bretão, por outro lado, o tempo tem sido cruel conosco, incluindo longas pausas durante o calendário que, no ano passado, quase culminou em ser nossa ruína.
Mas, da mesma forma, nem tudo pode ser visto como negativo. O Inter (de forma milagrosa), conseguiu algum lucro na venda de jogadores que acabaram por não corresponder expectativas, como Rafael Borré, e contratou jogadores para posições extremamente necessárias no escaço elenco colorado, como o zagueiro Maripan, que vem de carreira no futebol europeu e o goleiro Matheus Cunha, que, mesmo questionado, ainda é um reforço para a posição amaldiçoada de goleiros do Sport Club Internacional.
Para a partida de amanhã, a expectativa é o mesmo time que enfrentou o Red Bull Bragantino (todos sabemos o resultado), mas que, se tudo der certo, voltará mais adaptado ao estilo de jogo do professor Paulo Pezzolano e surpreenderá no segundo semestre da temporada.
No mais, apesar de tudo, ainda é meu coração em jogo, então sinto prazer em dizer: Amanhã às churrasqueiras da Padre Cacique voltarão a queimar as brasas clássicas de dia de jogo
Que saudade.
Alô você André!
Ah , as churrasqueiras. Houve um tempo em que era pra mim parte de um ritual repetido muitas e muitas vezes, naquela época exclusivamente no Parque Gigante, mas esse era o tempo em que adversários temiam e tremiam ao se aproximarem do “Gigante”. A realidade hoje é outra,mas em que pese tudo isso o coloradismo segue pesando muito e é com ele que vamos pea cima da “constelação”.
Diretamente de Natal RN
Coloradamente,
Melo