Como sempre, seguindo o dito popular nos toca a enfrentar o mais brabo, no sentido de maiores dificuldades, pois os benditos sorteios vivem nos atirando aos clássicos, Flamengo, Fluminense, ev principalmente Corinthians que todos bem sabem existe uma antipatia reciproca quem conhece a histórias sabe bem os motivos.
Em um embate de 180 minutos ficou que fez 3 vai embora quem fez só 2 e foram eles, então que vão chorar na cama que é quentinho, coloquem no DVD, grande mídia gaúcha tenham ao menos cautela, pois respeito não tem nenhum, com a conivência covarde e abjeta da direção que consente calada qualquer coisa que se fale contra o Inter independente de ser verdade ou falácia.
O ambiente era totalmente inóspito, numa sequência em que a cada semana surge no mínimo duas notícias constrangedoras, é jogador fazendo cirurgia de hernia de disco, outro reprovado em exame médico para venda, é o mundo esportivo que não da crédito para a compra de uma garrafinha de água mineral, ou seja somos o único Clube endividado, ou pior caloteiro, o vizinho somente passa alguma dificuldade financeira momentânea.
Mas eles esqueceram de um detalhe, é o Internacional, tal qual Fenix ressurge das cinzas quando menos se espera, já se surpreenderam com os dois a zero no Beira Rio e davam como certa a vitória por mais de dois gols em Itaquera, quebraram a cara.
Dentro do momento que tem coisas que só acontecem com o Internacional, para tornar mais dramático foi anunciado a lesão o Villagra, que neste momento talvez seja o melhor jogador do Inter e na função mais importante do futebol praticado hoje em dia.
Estamos conhecendo um novo goleiro que ainda se encontra em estágio probatório, mesmo sendo formado num grande Clube Flamengo, vem do Cruzeiro outro respeitado, porem saiu em baixa, hostilizado pela torcida, certamente ouviremos contestações sobre os dois gols sofridos, particularmente me frusta mais a facilidade do cruzamento e o não acompanhamento do atacante que entra por traz da zaga sem marcação.
É indiscutível que Carbonero está entre os atletas de melhor qualidade técnica do elenco, mas como é possível ficar passeando dentro de campo como estivesse jogando uma pelada de família no fim de semana, trota para lá, trota para cá, olha para as arquibancadas, não dá a mínima sequer para linha de impedimento ou simplesmente não sabe o que é, pois demasiadamente anula jogadas de ataque por esse descompromisso.
Ainda bem que segundo dizem Deus protege os loucos e as crianças, pois muito embora pareça que nem falta foi, mais uma vez íamos sofrendo por um falta absolutamente desnecessária do Bernabei que origina o primeiro gol, mas dentro dessa louvável loucura surge o gol que nos salva de uma assistência precisa do único titular absoluto desse elenco, com um chute certeiro de um dos poucos que parece ter coragem de chutar a gol desse nosso, time, que loucura.
Quanto ao objetivo atingido nada a contestar, mas confesso que assistir desde o primeiro toque de bola, que foi um atraso para o goleiro, e ver passar todo o primeiro tempo sem uma única tentativa , nem sequer um contra ataque, ficar contra as cordas, principalmente após o gol do Corinthias absolutamente nocautead, para mim que vivo intensamente o Internacional dói de mais.
Quando o resultado é alcançado tudo ok, mas se não, ficaria a pergunta, o Corinthians desfalcado é tão superior ao Inter? Mesmo que eu admita nosso momento é dramático, e a única ressalva, talvez até elogiável perceber que o time executa o que o técnico ordena, como se diz na gíria, compraram a ideia dele e isso é bom, ano passado quem decidiu essa Copa foram Vasco e o próprio adversário de hoje, então vamos em frente podemos continuar sonhando .
Um abraço Colorado.